segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Por que temos sobrenomes?

 Silva, Oliveira, Faria, Ferreira… Todo mundo tem um sobrenome e temos de agradecer aos romanos por isso. Foi esse povo, que há mais de dois mil anos ergueu um império com a conquista de boa parte das terras banhadas pelo Mediterrâneo, o inventor da moda. Eles tiveram a ideia de juntar ao nome comum, ou prenome , um nome. Por quê? Porque o Império Romano crescia e eles precisavam indicar o clã a que a pessoa pertencia ou o lugar onde tinha nascido.

 Com a decadência do Império Romano, essa prática foi se enfraquecendo até que, na Idade Média, os sobrenomes caíram em desuso e as pessoas passaram a ser chamadas apenas pelo seu prenome. Eu, por exemplo, seria apenas Raquel nessa época. Que grande confusão isso deveria causar, não é mesmo? Imagine quantas outras pessoas com o nome “Raquel” não deviam existir? Por isso mesmo, os sobrenomes voltaram a ser usados e passaram a ser obrigatórios no século XI. Assim não tinha mais como confundir uma Raquel Pereira com uma Raquel Valença, e isso era muito importante na hora de cobrar impostos das pessoas certas e evitar casamentos entre pessoas da mesma família.
 Novamente, os sobrenomes não foram inventados do nada. Os homens passaram a escolher sobrenomes que tinham a ver com o seu local de origem – Coimbra é um caso destes – ou para confirmar o parentesco – o sobrenome Fernandes, por exemplo, significa ‘filho do Fernando’. Outros escolheram sobrenomes que se referiam a características físicas e de personalidade, como Louro, Calvo e Severo. Também houve aqueles que adotaram sobrenomes ligados a atividades desenvolvidas pela família, como é o caso de Ferreira que, provavelmente, é uma referência à profissão de ferreiro.
 O costume de usar sobrenomes se mostrou muito útil, foi se espalhando pela Europa, pelas colônias europeias e, depois, pelo mundo. Hoje não dá mais para imaginar alguém sem sobrenome, está na carteira de identidade, na ficha que preenchemos na matrícula da escola e em tantos outros documentos importantes, é ou não é?

 Publicado por: Ana Carolina;Gabriela; Yasmin S.

O Lugar mais silencioso do Mundo

A Microsoft entrou para o Guinness World Records deste ano por construir o lugar mais silencioso do mundo. A empresa fez uma câmara anecóia - um ambiente sem reflexão sonora - na cidade de Redmond, em Washington, EUA, capaz de criar um ambiente de -20.6 decibéis (dB). Vinte decibéis negativos. Para se ter uma ideia do que isso representa, uma biblioteca bem silenciosa tem em média 40 dB positivos. Um secador de cabelos emite 70 dB, e no metrô o ruído chega a 90 dB. No extremo oposto, estão os shows de rock - que podem atingir de 105 dB a 120 dB- e as turbinas de avião (140 dB).  


A câmara da Microsoft é revestida por um material que absorve todo o som nas paredes. Ela é tão silenciosa que dá para ouvir nitidamente o som do seu próprio coração batendo ou seu estômago roncando. A Microsoft construiu o local com o objetivo de testar os altofalantes e os microfones de seus laptops, da linha Surface, e também a assistente digital Cortana - como ela é acionada por comandos de voz, é importante que seja testada em um ambiente com o mínimo de ruído possível. 


Feito por : Felipe , Fernando , Pedro Dini

Moto a 229 km/h bate recorde de velocidade em BRs de Goiás, diz PRF


Uma motocicleta foi flagrada no domingo (28) a 229 km/h na BR-060, no sentido de Anápolis e Brasília. No trecho, a velocidade máxima permitida é de 110 km/h. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), esse é o maior índice de velocidade já registrado em Goiás.

Como a moto atingiu mais que o dobro da velocidade permitida para o trecho, o piloto cometeu uma infração gravíssima. O dono do veículo poderá perder 7 pontos na Carteira Nacional de Habilitação e ainda pagar uma multa de R$ 574, 62.
A moto tem placa do Distrito Federal. De acordo com a PRF, o veículo ano 2013 ainda não tinha multas registradas.

Somente no domingo, a PRF registrou 800 flagrantes de alta velocidade. Conforme os policiais, cerca de 15% foram de motocicletas, que passaram nos radares com velocidades de 140 a 229km/h.
A corporação já registrou 23 mil multas por excesso de velocidade neste ano nas rodovias federais que cortam Goiás. Um terço das infrações foram flagradas no trecho entre Anápolis e Brasília.

Feito por : Lourenço Junior

Porque alguns cachorros comem as próprias fezes?

Desde o berço:
No reino animal, essa dieta estranha pode ter várias utilidades. Elefantes, pandas, coalas e hipopótamos jovens comem dejetos do próprio bando para adquirir as bactérias necessárias para a digestão. Algumas gatas, depois de parir, adquirem o hábito de ingerir as fezes dos filhotes. É uma boa estratégia contra predadores e também uma forma de manter os bichanos limpos.Cachorros também podem se interessar pelo cocô de gatos devido a seu alto valor de proteínas e gorduras.
animais-coco

Número 2 gourmet
Roedores como hamsters, porcos-da-índia, capivaras, coelhos e chinchilas são verdadeiras máquinas de "reciclar cocô". Eles reaproveitam os próprios cecotropes - um tipo de excremento produzido após um complexo processo de fermentação por bactérias no ceco, a parte inicial do intestino grosso. Eles são ricos em vitaminas como K, B e B12.
Bicho estressado
Alguns animais domésticos podem recorrer ao hábito em situações de estresse ou para chamar a atenção dos donos. "Se um cão fizer cocô no lugar errado, a punição só funciona se efetuada no exato momento. Caso aconteça depois, ele pode achar que defecar é algo errado e comerá o cocô para esconder a prova e livrar-se do castigo", explica o veterinário Eduardo Braghirolli. Se tiver um problema digestivo ou enzimático ou uma dieta rica em proteínas, o cão terá fezes com forte odor proteico, o que pode levá-lo a comê-las.
feito por: Gabrielle Coletti, Maria Manuela, Thaís Gerólamo.
       

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Engenho Central

Você sabe o que é o Engenho Central?
O Engenho Central foi construído pelo senhor Estêvão Ribeiro de Souza Rezende em 19 de janeiro de 1881 de ,o conhecido Barão de Rezende.O Engenho foi construído com a finalidade de ser um Engenho de açúcar, a construção foi a mais importante do Brasil,com uma produção anual de 100 mil sacas.
 
O Engenho Central é um dos mais belos cenários arquitetônicos do Estado de São Paulo e, talvez, do Brasil, conhecido por inspirar poetas, artistas, arquitetos, jornalistas, pesquisadores científicos, turistas, amantes da história e da cultura. Ele é também um significativo sítio histórico da evolução urbana de Piracicaba. Um patrimônio devidamente tombado em âmbito municipal e estadual  e em processo de tombamento nacional pelo IPHAN.
Encravado dentro de um parque com mais de 85 mil m², à margem direita do rio que dá nome à cidade, seu conjunto de imponentes edificações datadas dos séculos XIX e XX que um dia abrigaram moendas, caldeiras e armazéns para a produção e estocagem de açúcar e álcool, vem sendo criteriosa e gradativamente recuperado e revitalizado.
Sua preservação, em todas as instâncias, traduz respeito incondicional às gerações passadas e mantém viva boa parte da história de Piracicaba, do açúcar e do álcool em São Paulo e no Brasil.
Neste valioso conjunto histórico, os vazios de tempo e espaço aos poucos são preenchidos pelas moendas da arte e da cultura. O Engenho Central torna-se um importante complexo artístico cultural, que recebe anualmente importantes eventos como o Salão Internacional de Humor de Piracicaba, Virada Cultural Paulista, Paixão de Cristo e tantos outros. Desde março de 2012 passou a abrigar também o Teatro Municipal Erotídes de Campos, dotado de estrutura cênica de primeiríssima qualidade.
Toda esta recuperação e revitalização só foi possível graças à ação do Poder público que em agosto de 2012, finalizou o pagamento do precatório de R$ 27 milhões referente à aquisição do Engenho Central, tornando-o propriedade pública de todos os piracicabanos.
Agora no Engenho Central temos teatro,mercadinhos, e muitas coisas para seu entretenimento. Já que estamos perto da páscoa, eu recomendo ir a paixão de cristo para mim e a melhor peça de teatro que eu já vi eu recomendo.
Então esse Engenho faz parte da história de Piracicaba, então  é melhor nós cuidarmos pois isso conta a nossa história.
                    Algumas fotos para e um vídeo para vocês verem do Engenho obrigado.


 
 
 
 
 
Feito por :Pedro Gabriel, Hugo, João Gabriel.


Existe algum ser vivo que consegue sobreviver sem luz?

Existe, sim. Eles habitam as chamadas regiões afóticas (quer dizer, "sem luz") dos oceanos, que surgem a partir de 200 metros de profundidade, onde os raios solares não conseguem chegar. Na falta de iluminação, não é possível a fotossíntese - portanto não há como as plantas  sobreviverem, para alimentar animais herbívoros. Os seres que habitam essas áreas escuras são carnívoros ou detritívoros (que se alimentam dos cadáveres de outros animais que foram levados para o fundo do mar). Nas regiões afóticas, vivem espécies dotadas de uma capacidade especial chamadabioluminescência, que consiste na produção e emissão de luz pelo próprio animal a partir de reações químicas internas. A luz geralmente apresenta uma cor verde-azulada, embora também possam existir outros tons, como o vermelho e o amarelo. Esse diferente efeito visual, comum em certos tipos de peixes, crustáceos e medusas, tem várias utilidades.

Serve, por exemplo, para atrair presas, para defender o animal brilhante contra predadores e até para a comunicação entre parceiros durante os períodos de acasalamento. Alguns peixes de água doce, que habitam o interior de cavernas, também são capazes de sobreviver em ambientes sem luz. Eles são chamados de troglóbios e têm como principal característica o fato de serem despigmentados (sem cor) e completamente cegos. Muitos deles sequer nascem com olhos.


A ovelha do mar 
O Costasiella kuroshimae, mais conhecido como “ovelha-do-mar” ou “ovelha-folha”, é um animal minúsculo, que pode chegar a 5 mm de comprimento, e é encontrado nas águas do Japão, IndonA comparação com uma ovelha não tem relação apenas com sua aparência. Este tipo de lesma se alimenta de algas e se você tiver a oportunidade de observá-lo durante uma de suas refeições terá a sensação de olhar uma ovelhinha no pasto.
Brincadeiras à parte, o Costasiella kuroshimae é um dos poucos animais que conseguem fazer fotossíntese. Isso por conta de um processo chamado cleptoplastia, que extrai cloroplastos das algas que eles ingerem e são transferidos para o seu próprio corpo.
Feito por:Cecília Santini,Larissa Araujo,Luiza Medeiros